O presidente do Turismo do Porto e Norte alertou que, apesar das taxas de ocupação nos quatro subdestinos da região terem sido “muito interessantes” durante o verão, não vão compensar as quebras sentidas num “muito difícil”. “Foi um ano bastante duro, um ano muito difícil, em que tentamos que os turistas nacionais ajudassem de certa forma a compensar aquelas que iriam ser as dificuldades pela falta de turistas estrangeiros. De certa forma, foi uma pequena ajuda, mas que não chega para compensar a quebra que tivemos”, afirmou Luís Pedro Martins, notando que as zonas interiores chegaram a 80% e as cidades a 30%, “nada compensará a quebra” sentida por toda a região.

“Comparando ao período homologo de 2019, temos uma queda relativamente grande nos turistas nacionais, mas onde temos a maior quebra é nos turistas estrangeiros. Entre janeiro e julho de 2019 tínhamos tido 3,5 milhões de dormidas de turistas estrangeiros. Este ano, temos 900 mil dormidas. Estamos a falar em quebras na ordem dos 75% e que se notam muito mais nas grandes cidades”, salientou.