Barcelos desbloqueia “uma situação cada vez mais aflitiva”

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A obra do fecho da circular urbana de Barcelos, um investimento de 9 milhões de euros que visa melhorar a mobilidade na entrada e na saída da cidade, já arrancou e tem um prazo de execução é de 18 meses. Trata-se de um troço de pouco mais de três quilómetros de via, que, segundo o município, era ansiado há 20 anos.

“Ao avançarmos com esta empreitada, estamos a corresponder aos anseios não só da população do concelho, como de milhares de automobilistas que há décadas sofrem de grandes constrangimentos”, refere o presidente da Câmara. Mário Constantino sublinhou que, em termos de investimento público, esta obra é “a maior de sempre do orçamento camarário”.

“Esta é uma obra decisiva para o concelho de Barcelos. Considero mesmo que é a obra mais importante do nosso mandato, porque vai permitir desbloquear, em termos de trânsito, uma situação que é cada vez mais aflitiva e conflituante, e que perdura há mais de 20 anos”, acrescentou.

A empreitada contempla a construção do lanço de ligação entre a EM556 (nó de Barcelinhos/Rio Covo Santa Eugénia) e a EN103 (nó de Gamil/Rio Covo Santa Eugénia), incluindo o prolongamento da Rua do Pinheiro, com interceção no complexo rodoviário de Barcelos, em Rio Covo Santa Eugénia.

Os trabalhos incidem sobre 3 quilómetros e 350 metros de via, numa solução construtiva que fecha o anel do complexo rodoviário de Barcelos, através da interceção com a EN103, feita pela construção de uma rotunda desnivelada e de um viaduto com 60 metros de extensão.