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O Governo parece ter entrado em rota de colisão com o Alto Minho. O presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho recebeu com “estupefação” a decisão “incompreensível” da Direção-Geral das Artes (DGArtes) de não financiar a bienal de arte de Vila Nova de Cerveira. “Esta decisão prejudica a programação da mais antiga bienal da Península Ibérica e de Portugal, mas lesa também uma afirmação cultural descentralizada e fora da capital do país”, afirmou José Maria Costa. O Eixo Atlântico vai solicitar ao presidente da Infraestruturas de Portugal (IP) “informação oficial” sobre a eletrificação da Linha do Minho no troço entre Viana do Castelo e Valença. A organização criada há mais de 25 anos e que atualmente agrega 28 municípios portugueses e galegos justificou o pedido com as “informações que surgiram relativas à suspensão ou atraso na execução da linha ferroviária do Minho e do último troço”, entre Viana do Castelo e Valença.

“A informação tornada pública pela Infraestruturas de Portugal nega todos os aspetos dessas notícias e confirma que todas as obras continuam em tramitação ou execução”, refere o Eixo Atlântico. O secretário-geral da associação, Xoan Mão, afirmou ser necessário “um ponto de situação para clarificar” a execução da obra. Xoan Mao adiantou que o “segundo semestre de 2020 foi o último prazo que lhe foi comunicado, oficialmente, pelo presidente da IP, António Laranjo”, para a conclusão da empreitada.