“Devia haver só uma comunidade intermunicipal do Minho”

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Neto de Bernardo da Costa, empresário bracarense que se notabilizou pela comercialização de instalações e material eléctrico, na avenida central de Braga, Ricardo Costa herdou o espírito empreendedor do avó e do pai e alargou os negócios da empresa, que agora é um grupo empresarial. Conhecido por ser o “patrão” que paga férias nos trópicos aos trabalhadores, Ricardo Costa é também o presidente da Associação Empresarial do Minho (AEMinho) e mais um a defender a transformação do Quadrilátero Urbano num polígono com Viana do Castelo, apelando a que a capital do Alto Minho passe a olhar mais para a sua região e menos para o Porto. Leia a entrevista na edição desta semana do Alto Minho.