Turismo do Porto e Norte promove Caminhos Portugueses de Santiago na Galiza

O Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP) promoveu os vários itinerários Jacobeus que atravessam a região norte na Fairway 2021 – Feira Internacional dos Caminhos de Santiago 

Durante três dias, além da participação na mais importante feira ibérica ligado à promoção dos Caminhos de Santiago, a TPNP levou a cabo uma visita ao território do Porto e Norte de uma dezena de operadores turísticos e jornalistas espanhóis especializados nos Caminhos de Santiago. 

Estas ações, enquadradas no projeto ‘Fazendo Caminho’, financiado pelo POCTEP | Interreg e em conjunto com a AECT Norte Portugal Galiza, Direção Regional Cultura do Norte e Turismo da Galiza, espelham uma estratégia para a estruturação, proteção e valorização das rotas portuguesas dos Caminhos de Santiago na euro-região Galiza-Norte de Portugal.

“Pretende-se consolidar os Caminhos de Santiago como um produto estratégico, impulsionando-o como recurso patrimonial, cultural e natural transfronteiriço, capaz de gerar atividades turísticas e económicas que contribuam para o desenvolvimento socioeconómico do território”, considera Luís Pedro Martins, presidente do Turismo do Porto e Norte.

O projeto vai focar-se na melhoria das condições conjuntas e de afluência às rotas, reforçando a identidade transnacional e incrementando a participação das populações locais na respetiva proteção e conservação. “A organização e estruturação deste importante produto turístico irá permitir a melhoria da sua qualidade de vida e o fomento do desenvolvimento do território”, salienta Luís Pedro Martins, lembrando que está em marcha um processo de certificação, com a submissão da candidatura para o Caminho da Costa, cuja decisão positiva por parte do governo português acredita o TNTP estar para muito breve. “Até ao final deste ano, iremos submeter mais uma candidatura, desta vez do Caminho Português Central o que irá permitir que se reconheça a importância histórica dos principais itinerários, contribuindo para a sua valorização, salvaguarda e as melhores condições para a sua fruição, concluiu.