Cávado já está “arder” com a “fuga” do helicóptero para o Ave

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O Plano de Operações Sub-Regional do Cávado do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais, foi apresentado na Vila do Gerês e elencou os meios aéreos para os diferentes níveis de empenhamento operacional que estão disponíveis no centro de meio aéreos da sub-região do Cávado, localizado na freguesia de Palmeira, no município de Braga.  

A CIM Cávado recebeu com “absoluta e total estupefação” a decisão da deslocalização do Helicóptero Bombardeiro Ligeiro , previsto para o Centro de Meios Aéreos de Braga, para o Centro de Meios Aéreos de Vila Nova de Famalicão.  

“Esta deslocalização interfere diretamente com a raio de atuação, dos 40 km para o ataque inicial, no município de Esposende, mas sobretudo nos que estão localizados a norte da NUTS III Cávado em particular nas freguesias de Vila Verde e Terras de Bouro. Estes municípios apresentam áreas extensas com suscetibilidade e perigosidade de incêndio rural elevado, e propicias a incêndios de grandes dimensões, o que contraria a meta do Plano Nacional de Gestão Integrada de Fogos Rurais, que pretende reduzir a percentagem dos incêndios com mais de 500ha, abaixo de 0,3% do total de incêndios”, critica a CIM-Cávado. 

Com o histórico do número de ocorrências no território da NUTS III Cávado”, o Conselho Intermunicipal da CIM Cávado já exigiu “diversos esclarecimentos ao Ministério da Administração Interna, Secretaria de Estado da Proteção Civil, e Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil”.